Lêdo Uivo


O BRINQUEDO TOCA

CANTANDO NUM TORÓ

Estou relendo Equador ,de Miguel Sousa , relendo no intervalo de outros livros....e escuto musica o quanto posso...sem compromisso .deixo a musica fluir,deixo o disco tocar,deixo a musica me pegar .Isso não acontece sempre. Enquanto o livro me envolve,joga sobre mim a atmosfera de dias que não vivi e quero sonhar, me prepara para o céu que  é ouvir sons ,melodias,dias,letras,líricas,rimas,musica que me leva ao clima onde tudo mais fica lá fora e aqui dentro é viagem,festa ,sinos,alarme ,memória...

Na Tradição me remete aos dias de São Paulo que estão na minha pele e nos meus sentidos.....como diz um amigo ‘adoro SanPalo.’Na corrente contra  tudo viajo a São Paulo quando preciso descansar,parece estranho mas é possível quando tudo de bom acontece,rola, a mente se perde e uma nova graça envolve  meus problemas e os devora. Assim esse disco. Meus  sentidos Cantando num toró,sob  garoa, indo para algum lugar no centro como um Pingüim num cabaret egpicio. Essa poesia caótica  e a poesia de quem faz poesia sem saber que é poesia e sem propagar que  é poeta enquanto alguns outros poetas não fazem mais musica, são noticia, escrevem livros e não tem nenhum balangandã no pensamento,  esqueceram de poetar.

Parei com o livro sou todo ouvidos,uivo e canto junto alguma  alegria que zoando em mim revela algo intimo de uma cidade múltipla.

 

                               MAURICIO PEREIRA

                              

                                NA  TRADIÇÃO

 

                                FAN JIMENEZ : BAIXO

 

                                CLAUDIO BONE : TROMBONE,VOZ,GUITARRA

 

                                MAURICIO PEREIRA : VOZ,SAX SOPRANO,PERCUSSÃO

 

                                GERSON SURYA : PIANO ACUSTICO,PIANO FENDER,                          

 

                                SINTETIZADOR

 

                                ELI ROISMAN : BATERIA ,PERCUSSÃO

 

http://www.mauricio.pereira.com



Escrito por Fernando Correia às 01h17
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ENQUANTO CORRIA A BARCA

TODAS AS PEÇAS DO VESTUÁRIO SÃO INTIMAS      final

A proposito desse artigo tão antigo,nesses tempos acelerados,estava num dia cinza e frio,visitando meu proprio bau e encontrei minha memória aparentemente recente,apenas uns 40 anos atrás ,de uma peça de roupa,emblemática,presente inesquecivel,ainda com o mesmo perfume de amor com que me foi dado. Esse contato com a memoria,com  a história,foi como um sol acendendo as cores e transformando o dia. Num segundo estava de novo num dia feliz podendo sorrir para um sorriso de outrora que carrego aqui dentro ,peça de luz.



Escrito por Fernando Correia às 22h02
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ENQUANTO CORRIA A BARCA

Quando todas as peças de vestuário são íntimas   6

Por exemplo, o lote 1121 é um paletó Dunhill com botões, dois bolsos laterais e gorgorões. Foi esse paletó que Capote usou no seu lendário Baile Preto e Branco em 1966.

"As pessoas fazem muitas projeções imaginárias sobre os vestuários", afirma Bolton. "Sob o nosso ponto de vista, é claro, manchas, rasgados ou marcas de batom em um colarinho são coisas horríveis. Mas tudo isso faz parte da história do objeto e do seu páthos".

Tradução: Danilo Fonseca

Visite o site do The New York Times

 

 



Escrito por Fernando Correia às 21h47
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ENQUANTO CORRIA A BARCA

 

Quando todas as peças de vestuário são íntimas  5

É claro que os cientistas e acadêmicos estudaram esse fenômeno, às vezes à serviço das empresas que procuram manipular as nossas associações emocionais com os objetos do cotidiano. Donald A. Norman, professor da Universidade Northwestern e autor de "Emotional Design" ("Desenho Emocional"), freqüentemente faz discursos sobre a importância dos laços afetivos dos consumidores com objetos.

O psiquiatra francês Clotaire Rapaille, mencionado por Gallagher no seu livro, aconselha grandes companhias como a Chrysler e a Procter & Gamble no que diz respeito a como melhor fazer o marketing dos seus produtos, de maneira a gerar uma resposta emocional. "Queremos viver em um arquétipo. Desejamos um carro e uma jaqueta que também sejam arquétipos", afirma Gallagher.

E é claro que os antropólogos há muito estudam as dimensões espirituais do vestuário humano, embora na maior parte das vezes no contexto dos chamados povos primitivos. Mas será que as bolsas Lariat de Balenciaga não passariam apenas de versões pós-industriais da trouxa de um xamã? E será que o fato de alguém usar uma camisa que traz, costurado em si, o escalpo de um inimigo, é tão estranho quanto os calções de banho de algodão usados por Capote? (O catálogo da Bonham adverte os compradores: "os próximos 31 lotes de peças do armário de Truman Capote estão em estados diversos de conservação, sendo que muitas peças apresentam manchas, buracos feitos por traças, rasgados, entre outras coisas").

"Creio que essa febre pelas coisas dos outros, por roupas de qualidade, é parte de uma fome geral pela narrativa que atualmente pode ser testemunhada no universo das artes", opina Andrew Bolton, curador do Instituto de Vestuários do Museu Metropolitano de Artes. "Vejam como a biografia se tornou cada vez mais importante", acrescenta Bolton, em uma alusão não só à literatura ou à onda de pintura representativa, mas também às historias de fundo que animam todas as peças de segunda mão que atualmente têm sido apresentadas no mercado como vintage couture. "Nos museus, a nossa ênfase está especialmente nas qualidades inerentes do design de uma roupa", afirma Bolton. Mas às vezes é difícil ignorar as associações vinculadas a peças rasgadas, desbotadas e culturalmente históricas que vieram do armário do escritor.



Escrito por Fernando Correia às 21h45
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ENQUANTO CORRIA A BARCA

Quando todas as peças de vestuário são íntimas 4

"Ter a bolsa da mãe ou da tia é algo de importante para as mulheres", explica Gallagher. "Tais objetos são amplificadores de memória. Muitas mulheres declaram o quanto adoram o fato de possuírem a peça de cetim negro da tia Mary".

Esse fenômeno transcende as fronteiras do sexo. Ao que parece, todos são susceptíveis a ele. "Participei de quatro eventos de lançamento do meu livro, e as lágrimas sempre me vieram aos olhos", conta Ilene Beckerman, autora de "Love, Loss and What I Wore" (algo como, "Amor, Perda e O Que Eu Vestia"), uma delicada e leve memória que inspirou a cineasta Nora Ephron.

"As pessoas costumam zombar de quem cultua os vestuários, mas a verdade é que essas coisas são de fato importantes", acrescenta Beckerman. "As roupas não dizem respeito apenas a moda ou estilo. Há também a textura, o cheiro, e toda a sensibilidade do ser envolvido".

Como no caso da jaqueta de náilon Courreges, de Capote, em cujo bolso foi encontrado um cupom para o recebimento de drinques gratuitos no Studio 54, as roupas funcionam como retratos de uma outra era. "Elas nos dizem o que costumávamos ser".

É por isso que muitas mulheres costumam a se apegar àquilo que Beckerman chama de vestido Big D, aquele que elas usaram no dia do divórcio. E é por isso que o marido de uma mulher que Beckerman conheceu se apegava teimosamente a uma caixa de camisetas manchadas de suor que ele usou quando trabalhava em um kibbutz israelense na juventude. E foi por isso também que, quando a mulher de um indivíduo morreu, ele não foi capaz de esvaziar o guarda-roupas porque, ao segurar as roupas, era capaz de sentir o perfume da esposa. E é esse também o motivo pelo qual, ao perceber que a costura de um roupão feito pela mãe quando ele foi para a faculdade se rompeu, um homem tentou consertá-la, e caiu em prantos ao olhar de perto para a costura e constatar o cuidado com que ela fora feita.



Escrito por Fernando Correia às 19h43
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ENQUANTO CORRIA A BARCA

Quando todas as peças de vestuário são íntimas 3

A coletânea traz também caixas de fósforos do La Cote Basque, o restaurante cujo nome ele utilizou como título de um capítulo de "Answered Prayers", o romance inacabado que, de acordo com os biógrafos de Capote, marcou a guinada definitiva no seu destino social, e o início do seu declínio.

Há ainda aquele lixo caseiro e peças kitsch de natal que todos nós já guardamos dentro de caixas em algum canto. Porém, o mais comovente são as suas roupas.

Qual é o valor de mercado de um terno de tamanho infantil da Dunhill, um roupão de banho velho, um terno listrado com manchas nas calças e nas lapelas? Como meros objetos, as velhas camisas pólo de Truman Capote não têm valor algum, afirma Margaret Barrett, a responsável por organizar as vendas de lembranças para a Bonhams & Butterfields.

"Essas coisas só valem aquilo que alguém está disposto a pagar por elas", explica Barrett. Mas, segundo ela, para as pessoas que desembolsam grandes quantias para comprar, digamos, vestidos de Marilyn Monroe ou os sapatos de rubi de Judy Garland, ou o uniforme de Babe Ruth, o que está em jogo é um outro tipo de operação psíquica.

"Quando uma pessoa veste uma roupa, ela está mantendo o tipo de contato mais íntimo possível", afirma Barrett. "E, por mais perturbador que seja imaginar tal coisa, uma pessoa fica intimamente conectada com uma celebridade, mesmo que o seu corpo tenha há muito deixado de existir. Este é, aparentemente, um impulso profundamente humano".

Os objetos liberam memórias, e poucos objetos fazem tal coisa de forma tão intensa quanto as roupas.

"Em uma sociedade cada vez mais materialista, altamente móvel e socialmente desconectada, existe com freqüência um significado profundamente simpático a ser encontrado em peças de vestuário, sendo que, às vezes, isso se aplica especialmente às roupas que não nos pertencem", afirma Winifred Gallagher, autor do livro "It's In the Bag: What Purses Reveal - and Conceal" (algo como, "Está na Sacola: O Que as Bolsas Revelam - e Ocultam").



Escrito por Fernando Correia às 19h29
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ENQUANTO CORRIA A BARCA

Quando todas as peças de vestuário são íntimas 3

A coletânea traz também caixas de fósforos do La Cote Basque, o restaurante cujo nome ele utilizou como título de um capítulo de "Answered Prayers", o romance inacabado que, de acordo com os biógrafos de Capote, marcou a guinada definitiva no seu destino social, e o início do seu declínio.

Há ainda aquele lixo caseiro e peças kitsch de natal que todos nós já guardamos dentro de caixas em algum canto. Porém, o mais comovente são as suas roupas.

Qual é o valor de mercado de um terno de tamanho infantil da Dunhill, um roupão de banho velho, um terno listrado com manchas nas calças e nas lapelas? Como meros objetos, as velhas camisas pólo de Truman Capote não têm valor algum, afirma Margaret Barrett, a responsável por organizar as vendas de lembranças para a Bonhams & Butterfields.

"Essas coisas só valem aquilo que alguém está disposto a pagar por elas", explica Barrett. Mas, segundo ela, para as pessoas que desembolsam grandes quantias para comprar, digamos, vestidos de Marilyn Monroe ou os sapatos de rubi de Judy Garland, ou o uniforme de Babe Ruth, o que está em jogo é um outro tipo de operação psíquica.

"Quando uma pessoa veste uma roupa, ela está mantendo o tipo de contato mais íntimo possível", afirma Barrett. "E, por mais perturbador que seja imaginar tal coisa, uma pessoa fica intimamente conectada com uma celebridade, mesmo que o seu corpo tenha há muito deixado de existir. Este é, aparentemente, um impulso profundamente humano".

Os objetos liberam memórias, e poucos objetos fazem tal coisa de forma tão intensa quanto as roupas.

"Em uma sociedade cada vez mais materialista, altamente móvel e socialmente desconectada, existe com freqüência um significado profundamente simpático a ser encontrado em peças de vestuário, sendo que, às vezes, isso se aplica especialmente às roupas que não nos pertencem", afirma Winifred Gallagher, autor do livro "It's In the Bag: What Purses Reveal - and Conceal" (algo como, "Está na Sacola: O Que as Bolsas Revelam - e Ocultam").



Escrito por Fernando Correia às 19h28
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ENQUANTO CORRIA A BARCA

Quando todas as peças de vestuário são íntimas 2


>Raramente a presença do talentoso escritor e figura tragicômica foi mais vívida quanto hoje no cenário cultural, desde que ele fez aquela viagem final para a China 22 anos atrás. Dois aclamados filmes biográficos saíram recentemente; novas edições dos seus contos e relatos não ficcionais acabam de ser lançados, e surgiu um fascínio em relação à sua vida e às suas peregrinações pelos extratos alto e baixo da sociedade.

É claro que sempre que surge um culto a uma personalidade, existe uma fome por relíquias, e assim Carson decidiu recentemente esvaziar os armários dos quartos da sua casa, nos quais Capote passava seis meses por ano.

"Tudo está lá do jeito que ele deixou", disse Carson, enquanto se preparava para viajar de Los Angeles para Nova York, e para se separar dos objetos pessoais de Capote em um leilão na Bonhams, em 9 de novembro.

"Tudo está intocado, esperando pela volta dele", disse Carson.

Há os seus escabelos, manuscritos, garrafas de decantação Baccarat, estojos feitos à mão e uma colcha de crochê tecida para o seu querido primo Sook Faulk. E ainda o sofá de madeira nobre no qual ele com freqüência posava teatralmente para fotografias.




Escrito por Fernando Correia às 19h19
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ENQUANTO CORRIA A BARCA


30/10/2006
Quando todas as peças de vestuário são íntimas 1

>
Guy Trebay


Sem perder jamais a oportunidade para um gracejo, Truman Capote sussurrou para Joanne Carson que não se preocupasse. O escritor morria na casa de Carson nas colinas de Bel Air, em Los Angeles. Capote lhe disse que aquilo que estava tomando conta dele era só a impressão de um fim.

"Pense em mim como se eu tivesse ido para a China", disse Capote a Carson - ex-mulher de Johnny Carson e uma devota das idéias de Capote -, enquanto o escritor repelia a insistência dela em chamar uma ambulância. "Na China simplesmente não existem telefones ou serviço postal".



Escrito por Fernando Correia às 19h16
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EROSTRATUS

So.li.ló.quio

07/04/04

 

 

Versos nascem novos

Prontos

Às vezes irrisórios

Às vezes tontos

Abrem asas

E voam em plena solidão

Versos nunca virgens

Nem circunavegados

De sol e maresia

Ás vezes carregados

De uma saudade estúpida

De seta e coração

Versos simulacros

Caiados sepulcros

De vênias

E epifanias

De certa liturgia

Versos às vezes

Em estado amorfo

Ainda assim belos

Filhos de uma certa poesia

Nau

Escopo

Quem sopra agora

Em meus ouvidos moucos

Jorrando sobre a pressa

Desses dias

E acaba aqui por falta

De pergaminho

Papel

Espaço em disco

Onde estão meus sentidos

Onde mora la contessa

Gira como um caboclo

Que desceu sem permissão

Mas é bonito

Tão espetaculoso

Acaba em mim e sai

Pelas minhas mãos

Versos verborrágicos

Filhos de uma bic

Cuja tinta expira

Vacila,emperra

Deixa uma trilha

De ensandecidas rimas

Quase uma milha

De pontos,traços tortos

Palavras comidas

Mas a musica intacta

Rodopiando na mente

A sentença exata

Talvez um guardanapo

No próximo comedor

Talvez um lápis

Surrupiado na banca

De uma casa de jogo

Talvez um suspiro

No próximo semáforo

Ajudem a causa

O arrepio

O surto

E como um ponto

Onde os cambonos

Rodam

Verso livre voa

Sobre a solidão

Novo acabado pronto



Escrito por Fernando Correia às 00h46
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O PROFETA FALA

NO MESMO BALAIO

Escuto ao mesmo tempo passado e presente. A musica brasileira guarda inumeros tesouros...Coisas que a gente esquece,frases que o vento as vezes vem lembrar jogando poeira e lagrimas nos mais escancarados. Hoje é sabado dia de gandaia ,melhor sacudir a poeira , enxuagar as lagrimas e correr pro crime. Algumas coisinhas me fizeram dançar no escuro; Hercules and Love Affair puxam o carro de uma new disc music:sutil,contemplativa e melancolica.

 

Portishead volta de outros mundo e dá luz aThird: universo estranho,indefinido,quase esquizoide que com falas em portguês.

 

 



Escrito por Fernando Correia às 02h46
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O PROFETA FALA

ASSIM ASSIDUO

Assim não sei ser. Serei talvez breve.talvez mabe Quero voltar a verter no teclado notas sobre notas que naõ reconheço.Quero ver musica e sair da pri~soon. Finito . O tempo passa mesmo. Ainda que se tenha todo tempo do mundo,o tempo passa. A alma queda . a Horyta chegou já não posso mais ou mito.Agora chega por que não me calo e passo a falar do que, mesmo amordaçado por outra noia,solta-se mundo afora e dentro Escuto tudo,toda musica e vou para outro mundo. Agora é ora,a hora de falar da musica. Do que eu ouço agora Aqui o Filme foi Encontro com o acaso( facil encontrar ) na origem Undiscovered.O filme meio bobinho,esqueça. A trilha é dureza encontrar. Vale alguma pequisa.Ouça House Lights ( Steve Strait ) atmosfera nevermind valendo uma viagem para alguma dor       



Escrito por Fernando Correia às 01h50
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EEU DEE ADJEETIVOS

sURTo

oS DIAAS CORREM COMO AGUA ESCAPA. eeU NÃo mEE EESCAPO. sOU MUITO GESTAPO DE MImmmmmmzINHO.iDEIAS Mee oCORREM,CoRROeeM,GASTAM ............FLUeeM CAINDO NO FLUXO OU MeeU REEFLUXO.eSGOTAM. sOMEM NA ESQUUUUINA A EEEESQUERDA.qUERO VOLTAR,vOLTAREN,vOLTAIRE.qUERO VER MAIS VERTIGEM.cALEI TODAS AS oUTRAS COISAS QUEROO VERMUSIGA



Escrito por Fernando Correia às 00h52
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ENAQUANTO CORRIA A BARCA

      PRIÈRE

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Sair a noite é um taboo.Minha casa é um bunker de toda vontade.Um mostra de Gonçalo Ivo, na Galeria Murilo de Castro,mudou minha determinação. Fui ver o que era só noticia.Eu havia perdido a mostra de aquarelas no Instituto Moreira Sales. O que vi foi outro uivo,poesia em textura, cor e memoria da luz. Conhecer o artista não doeu. Artistas são temperamentais e me deixam mudo. Gonçalo é simples e sem frescuras.Conversamos segundos suficientes.Solicitações,naturais desses eventos,o levaram.Ficou uma luz corroborando a luz das paredes.



Escrito por Fernando Correia às 03h13
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EUDEADJETIVOS

Retravas

Assim     meio Roxette                Crash ! Boom ! Bang !

Assim    meio rolex   meio tostex    meio bundex   

                                                        Crush ! Mango ! Jambo !

Um dia Paris via Varig      Agora São Paulo by bus Voltei voltaren vortox

Avohai ! Lara Croft     Meu mundo plutuf



Escrito por Fernando Correia às 00h52
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